Sophronitis acuensis

Sophronitis acuensis (agora Cattleya acuensis) é uma orquídea brasileira de pequeno porte, nativa das encostas montanhosas do sudeste do Brasil, como a Serra dos Órgãos, que floresce no outono com flores vermelhas vibrantes, exigindo cultivo em alta luminosidade, temperaturas amenas/frias e alta umidade, sendo comumente montada em madeira para simular seu habitat epífita. 

 

Características
  • Tamanho: Miniatura, menor que S. coccinea. 
     
  • Flor: Pequena (3-4 cm), mas grande em proporção à planta, de cor vermelha intensa com labelo amarelado ou vermelho. 
     
  • Habitat: Epífita em árvores de encostas rochosas e úmidas, em altitudes elevadas (cerca de 2000m). 
     
  • Nome: Homenageia o Pico Açu, onde foi descoberta. 
     
Cultivo
  • Luz: Muita luz, similar às Cattleyas, mas protegida do sol direto forte (cerca de 70% de luminosidade). 
     
  • Temperatura: Ameno a frio, com boa oscilação térmica entre dia e noite (15°C a 20°C). 
     
  • Umidade: Alta (60-80%), com regas frequentes, preferencialmente diárias. 
     
  • Substrato: Montada em madeira (ripinhas, casca de peroba) ou vasos com boa drenagem (esfagno, casca de pinus, carvão). 
     
  • Adubação: Regular e homeopática, semanalmente durante o crescimento. 
     
  • Sensibilidade: Suscetível a fungos, requerendo cuidado com fungicidas e boa ventilação. 

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Sophronitis acuensis (agora Cattleya acuensis) é uma orquídea brasileira de pequeno porte, nativa das encostas montanhosas do sudeste do Brasil, como a Serra dos Órgãos, que floresce no outono com flores vermelhas vibrantes, exigindo cultivo em alta luminosidade, temperaturas amenas/frias e alta umidade, sendo comumente montada em madeira para simular seu habitat epífita. 

 

Características
  • Tamanho: Miniatura, menor que S. coccinea. 
     
  • Flor: Pequena (3-4 cm), mas grande em proporção à planta, de cor vermelha intensa com labelo amarelado ou vermelho. 
     
  • Habitat: Epífita em árvores de encostas rochosas e úmidas, em altitudes elevadas (cerca de 2000m). 
     
  • Nome: Homenageia o Pico Açu, onde foi descoberta. 
     
Cultivo
  • Luz: Muita luz, similar às Cattleyas, mas protegida do sol direto forte (cerca de 70% de luminosidade). 
     
  • Temperatura: Ameno a frio, com boa oscilação térmica entre dia e noite (15°C a 20°C). 
     
  • Umidade: Alta (60-80%), com regas frequentes, preferencialmente diárias. 
     
  • Substrato: Montada em madeira (ripinhas, casca de peroba) ou vasos com boa drenagem (esfagno, casca de pinus, carvão). 
     
  • Adubação: Regular e homeopática, semanalmente durante o crescimento. 
     
  • Sensibilidade: Suscetível a fungos, requerendo cuidado com fungicidas e boa ventilação.